Na minha vida desalinhada sigo agora fazendo teste vocacional no auge dessa minha grande idade. Relógio sempre atrasado esse meu. Desincronizado a minha mente, que me leva, sem tempo, longe dos espaços socialmente criados. Dessocial, atípica e informal. Aonde isso tudo vai me levar? Uma coisa, entretanto, nisso tudo é boa. Minhas paginas, libertas de paradigmas, estão sempre em branco. Potencialmente brancas. Potencialmente elevadas.
Por ora me levam à felicidade, quando pensamentos, coisas e emoções saem se fazendo letras. Por hora fuga e libertação. Sigo livre pelos campos brancos de uma pagina ou campos áureos de uma pagina em branco. Na duvida corro por aqui e ali. Passeios verdes. Faço turismo, ecoturismo!, já que os campos aqui são coloridos. Minha mais recente novidade porque até então me achava tão preto no branco.
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