Aqui de volta, e depois de tanto tempo nessa morada, entendo que as coisas nunca são como deveriam ser porque no mínimo quando são passamos a não quere-las mais.
Entendo que a vida perfeita é sempre a minha, pois é por ela que zelo com peculiar instinto de sobrevivência 24h por dia. E que não é pecado me permitir não querer sobreviver tanto assim, ao menos por uns instantes.
Que não há porque mudar algo que agrade ao seu próprio espírito, mesmo que isso seja a instrospeccao, a vida mais simples ou uma que seja sempre tão estranha aos olhos alheios.
Entendo que pode se amar de verdade mais de uma pessoa ao mesmo tempo, mas que quando isso acontece a melhor opção é ficar sozinha porque magoar a quem se ama ou mesmo quem nos ama só por conta dele mesmo é decapitar um pouquinho de uma alma provavelmente ainda sonhadora.
Entendo agora que o coração da gente é regenerativo, que mesmo quando deixado esfarelado aos mil pedaços, ele renasce. Aos poucos e bem grande outra vez. Não obstante sei agora que ele também tem memória genética e aquele algoz de outrora eternamente será lembrado. Mas que como tudo na vida isso também é adaptável.
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