Victor Bitarello: Trabalhar na Vara da Infância e Juventude é tão gratificante quanto duro. Mas eu ainda prefiro ficar mal a me acostumar com as injustiças do mundo.
Ana Paula Schuchter: .....e trabalhando lá fica ainda mais difícil se acostumar... parece que ao mesmo tempo que se tornam cotidianos os fatos, soa cada vez pior os sons, repetitivo, agressivo. Nao é possivel que a muitos isso nao incomoda. (.......) Pior que é.1 mar
Renata Mauler: Amigo, acho que as experiências que passamos por lá nos farão ser mais sensíveis do que insensíveis, isso se formos humanos.1 mar
Victor Bitarello: realmente a impressão é d uma piora mesmo, como se cada vez o q vemos d ruim lá parecesse mais grave, mais difícil... Mas realmente parece q ao mesmo tempo q ficamos mais sensíveis, ficamos mais capazes d dar nosso melhor neh1 mar
Ana Paula Schuchter: É, isso! Eu concordo, amigos! Parece que o impacto do novo nao mais prejudica as nossas possiveis ações, justamente por não ser novidade aquela realidade de la. E por entende-la, racionalizar o mal estar sentido com determinadas situacoes, cada vez mais tendemos a colocar aquela realidade em seu devido lugar de barbarie. Sem tantas revoltas em vao mais, esse contato parece nos levar `a conscientizacao serena de estar tudo fora do lugar, o que nos insere nesta responsabilidade como agentes ativos (e terminantemente endividados)......2 mar
Victor Bitarello: Nossa! Arrasou na opinião!!! concordo em gênero, número e grau!00:02
Renata Mauler: Idem!! 3 mar
Ana Paula Schuchter: =) Um beijo, amigos! 4 mar
Renata Mauler: Beijão!! =) 4 mar
Brainstorm
"O Brainstorm não é espontâneo. É uma técnica cujo princípio básico reside na ausência de julgamentos ou de autocríticas." Blahh.
domingo, 6 de março de 2011
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
Observem esses olhares. Não saíram vencedores. Os quatro, com um só brilho. Seco e triste. Derrotados. Insistindo em buscar vida longe dali. Sabemos que só há visão quando há luz. Sugestivo que algumas pessoas não se enxerguem, mas essa é outra historia. Enfim... continuaram buscando esperança e um futuro feliz. Também longe dali. Mas não se apagaram. Vejam e, Deus, não tomem como exemplo. Não apreciem esses quatro olhos caídos. Eles marcaram um tempo e não encontram forças para findar uma historia. Mas eu particularmente não os culpo. Particularmente acho que ainda encontrarão luz nela. E, conforme dito, enquanto encontrarem, haverá visão. Que ainda seja nos quatro. Eu não duvido.
Realize. Todo resto é parasitismo.
E no meio da tarde, frente a um turbilhão de sensações e poucos acontecimentos, pensamento seguiu rumos labirintais, ou seria labiriteiros, mais parecido com labirintite, evasivo, vertiginoso. Vontade de tudo, iniciativa para nada. Decidiu ir comer.
domingo, 13 de fevereiro de 2011
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
E cada vez que eu tentava materializar os derradeiros passos, pensava: Não é que eu não saiba conviver com as pessoas e não aceite as diferenças. Eu acho.
... E em um momento de olhar esbugalhado largo também os achismos e passo a sentir, enquanto aperto os olhos de convicção, que deve haver pessoas mais parecidas comigo em algum lugar. Certa e obviamente.
Ao que um pensamento me foge saltando um muro para encontrar uma imagem, no interior de um hospício, de um monte de pessoas mais parecidas comigo. Credo, dissolvida a imagem. Projeto logo outra, me imaginando em uma comunidade alternativa. Todos claros e em paz. Lindos, mas não tão parecidos comigo. Visualizo-me então em um grupo de filmagem da faculdade, com diretores barbudos e cinegrafistas tatuados. Ainda lá não me encontro e me desespero voltando os olhos para o espelho. Onde eu estaria então? E pior ainda, onde estariam meus supostos semelhantes? Em um movimento inerente e pessoal me jogo na cama, negando uma possível crise existencial.
Não importa. Não importa onde. Importa é que deve haver. Porque é questão de física, ou química se for para dar um tom mais sensual. Questão de essência, que seja. Afinidade de pensamento. Não dá pra se unir a algo tão diferente. E ensaio um término.
- Desculpe, é que nossas almas tem arestas diferentes demais e o corpo não tem se encaixado, compreende?
- Certo. Vou ilustrar então. Lego, lembra-se? A melhor das diversões na década de....
- Sim, sim! Prazer em achar as formas mais acordadas com o tipo de interesse que norteia sua mente!
- Hm. Decerto compliquei. Mas simplifico, entenda que eu agora quero mais é voltar a brincar de lego.
- Loucura? Deve,deve ser....
- É, do nada. Acordei assim.
Poderia brindar às 8h da manha, sorrindo com um cigarro entre os dedos. Sorrir sutilmente e sem sons enquanto completo o diálogo com um pensamento censurado (só para você).
... é que acordei querendo que alguém me encoste e se sintonize comigo dos pés a cabeça. Isto em um formato pra lá de lúdico. Mais perto do amor. É que hoje eu decidi me abrir, por mim mesma me deixar invadir. Talvez tenha acordado disposta a riscos e a alguns arranhões.
... E em um momento de olhar esbugalhado largo também os achismos e passo a sentir, enquanto aperto os olhos de convicção, que deve haver pessoas mais parecidas comigo em algum lugar. Certa e obviamente.
Ao que um pensamento me foge saltando um muro para encontrar uma imagem, no interior de um hospício, de um monte de pessoas mais parecidas comigo. Credo, dissolvida a imagem. Projeto logo outra, me imaginando em uma comunidade alternativa. Todos claros e em paz. Lindos, mas não tão parecidos comigo. Visualizo-me então em um grupo de filmagem da faculdade, com diretores barbudos e cinegrafistas tatuados. Ainda lá não me encontro e me desespero voltando os olhos para o espelho. Onde eu estaria então? E pior ainda, onde estariam meus supostos semelhantes? Em um movimento inerente e pessoal me jogo na cama, negando uma possível crise existencial.
Não importa. Não importa onde. Importa é que deve haver. Porque é questão de física, ou química se for para dar um tom mais sensual. Questão de essência, que seja. Afinidade de pensamento. Não dá pra se unir a algo tão diferente. E ensaio um término.
- Desculpe, é que nossas almas tem arestas diferentes demais e o corpo não tem se encaixado, compreende?
- Certo. Vou ilustrar então. Lego, lembra-se? A melhor das diversões na década de....
- Sim, sim! Prazer em achar as formas mais acordadas com o tipo de interesse que norteia sua mente!
- Hm. Decerto compliquei. Mas simplifico, entenda que eu agora quero mais é voltar a brincar de lego.
- Loucura? Deve,deve ser....
- É, do nada. Acordei assim.
Poderia brindar às 8h da manha, sorrindo com um cigarro entre os dedos. Sorrir sutilmente e sem sons enquanto completo o diálogo com um pensamento censurado (só para você).
... é que acordei querendo que alguém me encoste e se sintonize comigo dos pés a cabeça. Isto em um formato pra lá de lúdico. Mais perto do amor. É que hoje eu decidi me abrir, por mim mesma me deixar invadir. Talvez tenha acordado disposta a riscos e a alguns arranhões.
sábado, 25 de setembro de 2010
Revendo Capitu, das mais perfeitas minisseries... e o melhor dos processos de imersao!
"A vida eh uma opera" e Machado...
"Se eu pudesse contar as lágrimas que chorei na véspera e na manhã, somaria mais que todas as vertidas desde Adão e Eva. Há nisto alguma exageração; mas é bom ser enfático, uma ou outra vez, para compensar este escrúpulo de exatidão que me aflige. Entretanto, se eu me ativer só à lembrança da sensação, não fico longe da verdade; aos quinze anos, tudo é infinito."
Capítulo L
"A alma da gente, como sabes, é uma casa assim disposta, não raro com janelas para todos os lados, muita luz e ar puro. Também as há fechadas e escuras, sem janelas ou com poucas e gradeadas, à semelhança de conventos e prisões. Outrossim, capelas e bazares, simples alpendres ou paços suntuosos."
Capítulo LVI
;)
"A vida eh uma opera" e Machado...
"Se eu pudesse contar as lágrimas que chorei na véspera e na manhã, somaria mais que todas as vertidas desde Adão e Eva. Há nisto alguma exageração; mas é bom ser enfático, uma ou outra vez, para compensar este escrúpulo de exatidão que me aflige. Entretanto, se eu me ativer só à lembrança da sensação, não fico longe da verdade; aos quinze anos, tudo é infinito."
Capítulo L
"A alma da gente, como sabes, é uma casa assim disposta, não raro com janelas para todos os lados, muita luz e ar puro. Também as há fechadas e escuras, sem janelas ou com poucas e gradeadas, à semelhança de conventos e prisões. Outrossim, capelas e bazares, simples alpendres ou paços suntuosos."
Capítulo LVI
;)
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sexta-feira, 24 de setembro de 2010
Finalizo e fim.
E o engraçado é que não consigo classificá-lo como grande amor perdido. Perco um amigo. Mas a dor é de amor. Perco os dias, as risadas e a raiva. Perco momentos de companheirismo.
Me sinto insegura como se estivesse sendo enviada a uma nova expedição. Nada menos que à lua. Ou nem tanto.
Perco um ente. E passo a temer que a vida nos forneça apenas uns poucos destes. Que não o tenha visto em seu inteiro valor. Mas sao mesmo sempre assim os enterros familiares.
Perco-o como meus dias, minhas ligações. Perco suas visitas vindas por nada. Perco meu refugio nos momentos de não pertença.
E vanglorie-se porque eu não me acho nesse momento aqui sozinha sem voce. É quando insisto no tempo como solução. Mesmo quando só o que consigo é recontar o seu tempo de entrega a mim.
Perco taanto. E a dor é do tamanho do tanto que perco.
Digo a mim mesma que a dor é apenas imensa no agora. E que amanha já não será mais. É no que passo a acreditar e pelo que espero. Porque odiaria ter feito a escolha errada.
Sinto por perder os seus olhos. Os mais bonitos em sua verdidão, ou verdidura, certamente que já olharam por mim. Enquanto o meu, o esquerdo, me questiona onde estou com a cabeça.
Talvez na expedição. Insegura decerto. Mas não é pouco alcançar a lua. Agora ao longe só o que percebo é caminho, mas uma vez lá todo o trajeto se justifica.
Perco a tranquilidade e a calma. Mas só por ora.
Bom, não me encha porque ainda por ora é no que resolvi acreditar.
E repito o não para dizer que não estou indo embora porque me mostrou alianças. E nem pela parede. Nem também pelo muro. Tão encurralada como indecisa.
Vou porque vou.
Assim, simplesmente.
Me sinto insegura como se estivesse sendo enviada a uma nova expedição. Nada menos que à lua. Ou nem tanto.
Perco um ente. E passo a temer que a vida nos forneça apenas uns poucos destes. Que não o tenha visto em seu inteiro valor. Mas sao mesmo sempre assim os enterros familiares.
Perco-o como meus dias, minhas ligações. Perco suas visitas vindas por nada. Perco meu refugio nos momentos de não pertença.
E vanglorie-se porque eu não me acho nesse momento aqui sozinha sem voce. É quando insisto no tempo como solução. Mesmo quando só o que consigo é recontar o seu tempo de entrega a mim.
Perco taanto. E a dor é do tamanho do tanto que perco.
Digo a mim mesma que a dor é apenas imensa no agora. E que amanha já não será mais. É no que passo a acreditar e pelo que espero. Porque odiaria ter feito a escolha errada.
Sinto por perder os seus olhos. Os mais bonitos em sua verdidão, ou verdidura, certamente que já olharam por mim. Enquanto o meu, o esquerdo, me questiona onde estou com a cabeça.
Talvez na expedição. Insegura decerto. Mas não é pouco alcançar a lua. Agora ao longe só o que percebo é caminho, mas uma vez lá todo o trajeto se justifica.
Perco a tranquilidade e a calma. Mas só por ora.
Bom, não me encha porque ainda por ora é no que resolvi acreditar.
E repito o não para dizer que não estou indo embora porque me mostrou alianças. E nem pela parede. Nem também pelo muro. Tão encurralada como indecisa.
Vou porque vou.
Assim, simplesmente.
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
Não adianta me compelir ao jogo. Não adianta que não jogo com ninguém.
E não queira concorrer com minha vida. Ela é meu foco. O meu maior desafio.
Não queira que sobre tempo. Porque ele não me resta. E nunca me basta.
Lamento que diga sem querer que entendam. E que seu olhar não seja concórdia.
Que seu vazio seja preenchido com qualquer coisa que não amor.
Algo de mim: detesto usar de artimanhas para me defender. Simplesmente passo a não gostar. Sem também desgostar.
Então saiba que o que digo é pouco. Talvez por medo das palavras, as que chegam a ser ditas, obviamente. Talvez por conhecê-las e já tê-las tantas vezes sentido como ferro quente em mim.
E talvez por isso também hoje nem mais as ouça. Não a qualquer delas, sem que venham certeiras, de emissor devida e efemeramente credenciado.
Perceba, não vale a pena tentar. Conforme dito, não me resta tempo para nada além de mim. E me refiro a todas as letras, cores e sons que compoem os meus melhores (ou piores!) dias.
E não queira concorrer com minha vida. Ela é meu foco. O meu maior desafio.
Não queira que sobre tempo. Porque ele não me resta. E nunca me basta.
Lamento que diga sem querer que entendam. E que seu olhar não seja concórdia.
Que seu vazio seja preenchido com qualquer coisa que não amor.
Algo de mim: detesto usar de artimanhas para me defender. Simplesmente passo a não gostar. Sem também desgostar.
Então saiba que o que digo é pouco. Talvez por medo das palavras, as que chegam a ser ditas, obviamente. Talvez por conhecê-las e já tê-las tantas vezes sentido como ferro quente em mim.
E talvez por isso também hoje nem mais as ouça. Não a qualquer delas, sem que venham certeiras, de emissor devida e efemeramente credenciado.
Perceba, não vale a pena tentar. Conforme dito, não me resta tempo para nada além de mim. E me refiro a todas as letras, cores e sons que compoem os meus melhores (ou piores!) dias.
terça-feira, 31 de agosto de 2010
Hoje mais café que chocolate. Amor e entrega. Tantos bichinhos quanto possível. Mais romance que dias de solidão. Saudosa solidão. Mais livros que qualquer outra coisa.
Menos tempo para os amigos do que eu gostaria. Acho que um pouquinho mais de fé.
... Mas sem delongas, porque amanha tudo sempre muda. Graças a Deus.
Menos tempo para os amigos do que eu gostaria. Acho que um pouquinho mais de fé.
... Mas sem delongas, porque amanha tudo sempre muda. Graças a Deus.
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
... Quem não deve explicações à sociedade nunca deve nada a ninguém. Nem quando na felicidade, nem nos momentos de dor. Porque o peso do sofrimento é social. Algo mais ou menos como não querer que a sociedade nos veja em uma vida onde o casamento e a saúde não são sempre suficientes. Não perceber que a realidade da vida segue rumo contrário aos padrões sugeridos (e pela maioria das pessoas aceitos) de novelas Maneco. Mas mencionar Manoel Carlos também já virou lugar comum. Estar alheio a imposições da sociedade no sentido de viver erguido e com dignidade, tendo a consciência de que sua única obrigação por aqui é com a seqüência que você dá ao seu próprio caminho. Porque uma vez nele é dispensável a imensa força que a maioria faz para encontrar ilusórias felicidades. Suspendidas serão as buscas. E longe de uma janela do google estará ela, um salve à paz interior!
....pior é saber que para tantos o que aqui digo foge inteiramente ao entendimento.
....pior é saber que para tantos o que aqui digo foge inteiramente ao entendimento.
sábado, 28 de agosto de 2010
E passo a agradecer ao caminhão carregado de areia que, transitando lentamente, obstrui a estrada na minha frente, quando antes, ainda há menos de um minuto, eu provavelmente o xingava em meio a pensamentos tumultuados. O caminhão me deu o que eu mais precisava nesse momento! Ele me deu tempo! E me senti uma tola por me incomodar com os obstáculos do caminho, quando eles são senão artimanhas das quais o tempo se vale para nos fazer perceber certas coisas. E naquele momento eu percebi nada além da estrada manchada com as sombras das folhas das arvores, que se projetavam, abaixo do sol e a minha frente. E a beleza da mesmo que tão simples fotografia me faz meditar. Rua pela qual passo cerca de cinco a seis vezes por dia, situada dentro da minha cidade e, portanto, do meu cotidiano. Porque a mania de valorizar o cotidiano de outros lugares e as belezas externas? E respondi minha própria pergunta prontamente: porque achamos incrível ver algo pela primeira vez. Mas hoje, em minha própria rotina, eu consegui ver esse tal algo pela primeira vez e foi do mesmo jeito fantástico! Nem parecia o que sempre foi! Mas porque será que não faço isso mais vezes? E mais uma vez tirei 10. Porque obviamente estou sempre sem tempo e sem a empatia necessária. Nada mais. Empatia.... então a informação para significar quando realizada uma comunicação precisa de..... e de diálogo e resiliência e retroação.... oooooo gente! Esse caminhão espirrando areia na minha frente e minha prova já acontecendo. Pronto, agora o ônibus. Que ele ta fazendo parado ali? Meu Deus.
quarta-feira, 28 de julho de 2010
sexta-feira, 23 de julho de 2010
Algo mais que a sociabilizacao...
Jovens não gostam de ler em papel? Errado: jovens gostam do Facebook mas o Facebook só funciona na web. Antes das "redes sociais" os jovens adoravam os cartões da Hallmark & congêneres, serviam para dizer qualquer coisa. Jornais e revistas nunca pensaram em substituir-se a estes postais. Agora, se jornais e revistas forem suficientemente atraentes e capazes de estimular e distribuir o inigualável prazer de ler, os jovens recorrerão a eles enquanto clicam o Facebook para atender necessidades menos vitais.
Alberto Dimes
http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos.asp?cod=581IMQ001
.... porque nada como criar seu hipertexto pessoal, liberdade sem fim.
Alberto Dimes
http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos.asp?cod=581IMQ001
.... porque nada como criar seu hipertexto pessoal, liberdade sem fim.
quinta-feira, 22 de julho de 2010
Aquem do sono.
Particípio. Nada quer ser dito. E de repente tudo já foi mesmo concluído. Mas como isso? Algo sempre precisa acontecer.
Acho que estou é doente de palavras.
Por ora já nem fumo mais e também não sou do tipo que dorme assim tão fácil. Há dias.
É que tudo está em seu devido momento e naturalmente fora do lugar.
'Mas ainda assim a hora está certa?' Ah, nao me venha com duvidas paralisantes.
Em conformidade com as palavras, ela sempre está.
Acho que estou é doente de palavras.
Por ora já nem fumo mais e também não sou do tipo que dorme assim tão fácil. Há dias.
É que tudo está em seu devido momento e naturalmente fora do lugar.
'Mas ainda assim a hora está certa?' Ah, nao me venha com duvidas paralisantes.
Em conformidade com as palavras, ela sempre está.
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