Observem esses olhares. Não saíram vencedores. Os quatro, com um só brilho. Seco e triste. Derrotados. Insistindo em buscar vida longe dali. Sabemos que só há visão quando há luz. Sugestivo que algumas pessoas não se enxerguem, mas essa é outra historia. Enfim... continuaram buscando esperança e um futuro feliz. Também longe dali. Mas não se apagaram. Vejam e, Deus, não tomem como exemplo. Não apreciem esses quatro olhos caídos. Eles marcaram um tempo e não encontram forças para findar uma historia. Mas eu particularmente não os culpo. Particularmente acho que ainda encontrarão luz nela. E, conforme dito, enquanto encontrarem, haverá visão. Que ainda seja nos quatro. Eu não duvido.
"O Brainstorm não é espontâneo. É uma técnica cujo princípio básico reside na ausência de julgamentos ou de autocríticas." Blahh.
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
Realize. Todo resto é parasitismo.
E no meio da tarde, frente a um turbilhão de sensações e poucos acontecimentos, pensamento seguiu rumos labirintais, ou seria labiriteiros, mais parecido com labirintite, evasivo, vertiginoso. Vontade de tudo, iniciativa para nada. Decidiu ir comer.
domingo, 13 de fevereiro de 2011
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
E cada vez que eu tentava materializar os derradeiros passos, pensava: Não é que eu não saiba conviver com as pessoas e não aceite as diferenças. Eu acho.
... E em um momento de olhar esbugalhado largo também os achismos e passo a sentir, enquanto aperto os olhos de convicção, que deve haver pessoas mais parecidas comigo em algum lugar. Certa e obviamente.
Ao que um pensamento me foge saltando um muro para encontrar uma imagem, no interior de um hospício, de um monte de pessoas mais parecidas comigo. Credo, dissolvida a imagem. Projeto logo outra, me imaginando em uma comunidade alternativa. Todos claros e em paz. Lindos, mas não tão parecidos comigo. Visualizo-me então em um grupo de filmagem da faculdade, com diretores barbudos e cinegrafistas tatuados. Ainda lá não me encontro e me desespero voltando os olhos para o espelho. Onde eu estaria então? E pior ainda, onde estariam meus supostos semelhantes? Em um movimento inerente e pessoal me jogo na cama, negando uma possível crise existencial.
Não importa. Não importa onde. Importa é que deve haver. Porque é questão de física, ou química se for para dar um tom mais sensual. Questão de essência, que seja. Afinidade de pensamento. Não dá pra se unir a algo tão diferente. E ensaio um término.
- Desculpe, é que nossas almas tem arestas diferentes demais e o corpo não tem se encaixado, compreende?
- Certo. Vou ilustrar então. Lego, lembra-se? A melhor das diversões na década de....
- Sim, sim! Prazer em achar as formas mais acordadas com o tipo de interesse que norteia sua mente!
- Hm. Decerto compliquei. Mas simplifico, entenda que eu agora quero mais é voltar a brincar de lego.
- Loucura? Deve,deve ser....
- É, do nada. Acordei assim.
Poderia brindar às 8h da manha, sorrindo com um cigarro entre os dedos. Sorrir sutilmente e sem sons enquanto completo o diálogo com um pensamento censurado (só para você).
... é que acordei querendo que alguém me encoste e se sintonize comigo dos pés a cabeça. Isto em um formato pra lá de lúdico. Mais perto do amor. É que hoje eu decidi me abrir, por mim mesma me deixar invadir. Talvez tenha acordado disposta a riscos e a alguns arranhões.
... E em um momento de olhar esbugalhado largo também os achismos e passo a sentir, enquanto aperto os olhos de convicção, que deve haver pessoas mais parecidas comigo em algum lugar. Certa e obviamente.
Ao que um pensamento me foge saltando um muro para encontrar uma imagem, no interior de um hospício, de um monte de pessoas mais parecidas comigo. Credo, dissolvida a imagem. Projeto logo outra, me imaginando em uma comunidade alternativa. Todos claros e em paz. Lindos, mas não tão parecidos comigo. Visualizo-me então em um grupo de filmagem da faculdade, com diretores barbudos e cinegrafistas tatuados. Ainda lá não me encontro e me desespero voltando os olhos para o espelho. Onde eu estaria então? E pior ainda, onde estariam meus supostos semelhantes? Em um movimento inerente e pessoal me jogo na cama, negando uma possível crise existencial.
Não importa. Não importa onde. Importa é que deve haver. Porque é questão de física, ou química se for para dar um tom mais sensual. Questão de essência, que seja. Afinidade de pensamento. Não dá pra se unir a algo tão diferente. E ensaio um término.
- Desculpe, é que nossas almas tem arestas diferentes demais e o corpo não tem se encaixado, compreende?
- Certo. Vou ilustrar então. Lego, lembra-se? A melhor das diversões na década de....
- Sim, sim! Prazer em achar as formas mais acordadas com o tipo de interesse que norteia sua mente!
- Hm. Decerto compliquei. Mas simplifico, entenda que eu agora quero mais é voltar a brincar de lego.
- Loucura? Deve,deve ser....
- É, do nada. Acordei assim.
Poderia brindar às 8h da manha, sorrindo com um cigarro entre os dedos. Sorrir sutilmente e sem sons enquanto completo o diálogo com um pensamento censurado (só para você).
... é que acordei querendo que alguém me encoste e se sintonize comigo dos pés a cabeça. Isto em um formato pra lá de lúdico. Mais perto do amor. É que hoje eu decidi me abrir, por mim mesma me deixar invadir. Talvez tenha acordado disposta a riscos e a alguns arranhões.
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